segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

AULA DIA 07-02-2014




 EDUCAÇÃO E SEXUALIDADE

ORIENTAÇÃO SEXUAL NOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS
                                                                                 HELENA ALTMANN



  Com base no texto da autora mencionada acima, será analisado como a sexualidade é vista e abordada nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Diante disso, o texto traz subsídios de como deve ser trabalhado a sexualidade no âmbito escolar, ou seja, na sala de aula e em especial na disciplina de  educação física. Em análise, pude ver que tem objetivo de disseminar problemas que são resultantes da mal informação e anexar em seu contexto políticas públicas que sirva como alerta a tratar da sexualidade. 
  Falar da sexualidade implica dizer o quanto se faz necessário o conhecimento que emerge em meio ao contexto sócio, político, econômico e cultural. É de suma relevância abordar a sexualidade no período escolar. A falta de conhecimento e descompromentimento por parte dos professores quanto dos pais estabelece elo distanciado, provocando e implicando nas crianças e adolescentes sérios fatores de risco, como exemplo, gravidez indesejada, doenças sexualmente transmissíveis, entre outros aspectos influentes, como a baixa escolaridade, elevando assim o índice de gravidez na adolescência. Embora que este seja um assunto que requer por parte dos envolvidos, esclarecimentos de dúvidas. O assunto é ainda visto e preservado como um tabu na sociedade. Ainda prevalece em grande parte da sociedade a cultura do silêncio, onde o que era pra ser esclarecido, continua sendo vergonhoso e omitido na sociedade. Segundo ALTMANN, afirma que “a falta de instrução, o fato de muitas meninas não estarem na escola e mesmo a falta de perspectiva de uma vida melhor contribuem para esse aumento”. (ALTMANN,    , p.575).

  Trabalhar sobre sexualidade nos Parâmetros Curriculares Nacionais, tendo como foco, o âmbito escolar, foi uma via de grande importância. Haja vista, que na prática não acontece como deveria ser. Esse viés é visto e trabalhado de uma forma que deixa a desejar. Aderir isso no campo pedagógico, teve influência do Estado, em querer inserir esse assunto interessante na escola por meio dos PCNs, isso se configura uma conquista e preocupação com a informação aos adolescentes e crianças. Aos poucos, a sexualidade vai ganhando e penetrando espaço na escola, e o que era proibido torna-se acessível. Romper com paradigmas é um ponto essencial para elevar o conhecimento à aquele que necessita de todo apoio, cuidado, e informação na vida escolar, para evitar que aconteça danos e sentimentos de culpa.

   Com a abordagem dessa vez nos PCNs, vinculado ao interesse do estado, de abordar e adequar a respeito do sexo em todos os ciclos de escolarização, depende em si, das séries e áreas do conhecimento para adequação do assunto abordado. Sem esquecer do espaço físico que deve ser favorecido e adequado a certa abordagem. Isso entra em nosso contexto educacional, como um meio de combater e prevenir situações de risco frente as crianças e adolescentes imaturas, uma vez que deparado com algo extremamente presente na vida humana; porém distanciado de orientação e conhecimento a respeito do mesmo, refiro-me a “sexualidade”.

   A orientação sexual aparece nos PCNs como tema transversal, coberta por políticas públicas, inserida em destaque na disciplina de Educação Física, já que denota o corpo e, constitui-se no investimento político atingindo assim a ideologia do estado, com fins a alcançar estratégias de saber e poder.

  Historicamente, a sexualidade da criança e do adolescente tornou-se alvo de preocupação desde o século XVIII, onde se teve as primeiras inciativas de falar sobre o que não era transmitido e negado sempre. Ainda inserido nesse contexto, ao tratar da educação sexual na escola, em destaque no Brasil, os ditos desvios sexuais eram vistos como doenças, , e com uma certa condição, era dever da escola intervir e prevenir por meio da medicina higiênica a fim de  modificar e se encaixar em comportamentos normais, o que se apresentava com uma certa postura que elevasse a desconfiança do seu gênero sexual. Perante isto, é notável que a presença preconceituosa tem suas raízes históricas, implicando dessa forma no auto reconhecimento e na difícil aceitação da diversidade sexual existente.

  A difusão dos PCNs, com o tema transversal “orientação sexual”, surge como uma proposta, que segundo ALTMANN cita em seu texto como “...de fomentador da reflexão sobre currículos escolares... aberta e flexível, que pode ou não ser utilizada pelas escolas na elaboração de suas propostas curriculares.” Pag. 579.

  Sendo assim, ainda compartilhando o pensamento com ALTMANN, afirma que “os programas de orientação sexual devem ser organizados em torno de três eixos norteadores: “Corpo: matriz da sexualidade”,  “Relações de Gênero” e Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis/ AIDS”( Pag. 580).

  Isso implica dizer que é um tema que deve ser tratado e organizado conforme os envolvidos. Não deve acontecer de um jeito homogêneo, ou melhor, único; varia conforme a necessidade que os sujeitos tiverem ao longo do processo, ou diante de uma dada situação. Atender e acender o que ainda está escuro no sentido do conhecimento das crianças e adolescentes inseridas nesse contexto é objeto primordial, estabelecendo e aprimorando da melhor forma o entendimento, ocasionando e implementado o conhecimento adquirido, com um propósito de combater metas, e estabelecer de forma consciente  o que descreve os PCNs.

  Os PCNs conforme ALTMANN, conceitua a sexualidade “como um dado da natureza, como algo “inerente, necessário e fonte de prazer na vida...” fala-se em “necessidade básica”, “em potencialidade erótica do corpo”, “em impulsos de desejos vividos no corpo.” (pag. 580)

    Assim, favorece uma melhor compreensão do que o ato sexual transmite em sua função, tornando significativo apenas entre jovens e adultos.

   Todavia, a sexualidade, ou seja, o jeito de usar e valorizar o corpo sempre teve seu status, de um lado implica dizer a maturidade do corpo por meio de determinantes sociais, ou seja, de ordem econômica, política e cultural; por outro lado a questão é histórica, embora manifestada de forma variada. O importante é que a sexualidade sempre foi e continua sendo um papel importante na vida do ser humano.

   Internalizar uma visão sábia do tema em estudo, e propiciar visões objetivas de um determinado assunto, é o que almeja os PCNs.

   Atitude, autocuidado, preparação, autodisciplina é o que destaca os PCNs da orientação sexual da escola,  garantindo uma mentalidade preventiva e designando a praticar sempre de forma correta, prazerosa e segura suas atitudes frente aos desejos sexuais. Logo,  implica dizer e implementar práticas diferenciadas no contexto escolar, subsiando o indivíduo a ter valores e maneiras de enxergar e viver sua própria sexualidade, tornando-o, seus desejos, prazeres, sentimentos e sonhos promissor e gratificante.
  Segue a aula com a exposição do vídeo "Viagem fantástica de Dráuzio Varela, complementando assim o que foi discutido em sala de aula.

                             1°
                              2°


                             FOI UMA VIAGEM EMOCIONANTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
APROVEITE VOCÊ TAMBÉM, E VEJA QUE O AMOR ESTÁ PRESENTE EM TODOS OS LUGARES...

 

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