EDUCAÇÃO E SEXUALIDADE
ORIENTAÇÃO SEXUAL
NOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS
HELENA ALTMANN
Com base no texto da autora
mencionada acima, será analisado como a sexualidade é vista e abordada nos
Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Diante disso, o texto traz subsídios
de como deve ser trabalhado a sexualidade no âmbito escolar, ou seja, na sala
de aula e em especial na disciplina de
educação física. Em análise, pude ver que tem objetivo de disseminar
problemas que são resultantes da mal informação e anexar em seu contexto
políticas públicas que sirva como alerta a tratar da sexualidade.
Falar da sexualidade implica
dizer o quanto se faz necessário o conhecimento que emerge em meio ao contexto
sócio, político, econômico e cultural. É de suma relevância abordar a
sexualidade no período escolar. A falta de conhecimento e descompromentimento
por parte dos professores quanto dos pais estabelece elo distanciado,
provocando e implicando nas crianças e adolescentes sérios fatores de risco,
como exemplo, gravidez indesejada, doenças sexualmente transmissíveis, entre
outros aspectos influentes, como a baixa escolaridade, elevando assim o índice
de gravidez na adolescência. Embora que este seja um assunto que requer por
parte dos envolvidos, esclarecimentos de dúvidas. O assunto é ainda visto e
preservado como um tabu na sociedade. Ainda prevalece em grande parte da
sociedade a cultura do silêncio, onde o que era pra ser esclarecido, continua
sendo vergonhoso e omitido na sociedade. Segundo ALTMANN, afirma que “a falta
de instrução, o fato de muitas meninas não estarem na escola e mesmo a falta de
perspectiva de uma vida melhor contribuem para esse aumento”. (ALTMANN, , p.575).
Trabalhar sobre sexualidade
nos Parâmetros Curriculares Nacionais, tendo como foco, o âmbito escolar, foi
uma via de grande importância. Haja vista, que na prática não acontece como
deveria ser. Esse viés é visto e trabalhado de uma forma que deixa a desejar.
Aderir isso no campo pedagógico, teve influência do Estado, em querer inserir
esse assunto interessante na escola por meio dos PCNs, isso se configura uma
conquista e preocupação com a informação aos adolescentes e crianças. Aos poucos,
a sexualidade vai ganhando e penetrando espaço na escola, e o que era proibido
torna-se acessível. Romper com paradigmas é um ponto essencial para elevar o
conhecimento à aquele que necessita de todo apoio, cuidado, e informação na
vida escolar, para evitar que aconteça danos e sentimentos de culpa.
Com a abordagem dessa vez nos
PCNs, vinculado ao interesse do estado, de abordar e adequar a respeito do sexo
em todos os ciclos de escolarização, depende em si, das séries e áreas do
conhecimento para adequação do assunto abordado. Sem esquecer do espaço físico
que deve ser favorecido e adequado a certa abordagem. Isso entra em nosso
contexto educacional, como um meio de combater e prevenir situações de risco
frente as crianças e adolescentes imaturas, uma vez que deparado com algo
extremamente presente na vida humana; porém distanciado de orientação e
conhecimento a respeito do mesmo, refiro-me a “sexualidade”.
A orientação sexual aparece
nos PCNs como tema transversal, coberta por políticas públicas, inserida em
destaque na disciplina de Educação Física, já que denota o corpo e,
constitui-se no investimento político atingindo assim a ideologia do estado,
com fins a alcançar estratégias de saber e poder.
Historicamente, a sexualidade
da criança e do adolescente tornou-se alvo de preocupação desde o século XVIII,
onde se teve as primeiras inciativas de falar sobre o que não era transmitido e
negado sempre. Ainda inserido nesse contexto, ao tratar da educação sexual na
escola, em destaque no Brasil, os ditos desvios sexuais eram vistos como
doenças, , e com uma certa condição, era dever da escola intervir e prevenir
por meio da medicina higiênica a fim de
modificar e se encaixar em comportamentos normais, o que se apresentava
com uma certa postura que elevasse a desconfiança do seu gênero sexual. Perante
isto, é notável que a presença preconceituosa tem suas raízes históricas,
implicando dessa forma no auto reconhecimento e na difícil aceitação da
diversidade sexual existente.
A difusão dos PCNs, com o tema
transversal “orientação sexual”, surge como uma proposta, que segundo ALTMANN
cita em seu texto como “...de fomentador da reflexão sobre currículos
escolares... aberta e flexível, que pode ou não ser utilizada pelas escolas na
elaboração de suas propostas curriculares.” Pag. 579.
Sendo assim, ainda
compartilhando o pensamento com ALTMANN, afirma que “os programas de orientação
sexual devem ser organizados em torno de três eixos norteadores: “Corpo: matriz
da sexualidade”, “Relações de Gênero” e
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis/ AIDS”( Pag. 580).
Isso implica dizer que é um
tema que deve ser tratado e organizado conforme os envolvidos. Não deve
acontecer de um jeito homogêneo, ou melhor, único; varia conforme a necessidade
que os sujeitos tiverem ao longo do processo, ou diante de uma dada situação.
Atender e acender o que ainda está escuro no sentido do conhecimento das
crianças e adolescentes inseridas nesse contexto é objeto primordial,
estabelecendo e aprimorando da melhor forma o entendimento, ocasionando e
implementado o conhecimento adquirido, com um propósito de combater metas, e
estabelecer de forma consciente o que
descreve os PCNs.
Os PCNs conforme ALTMANN,
conceitua a sexualidade “como um dado da natureza, como algo “inerente,
necessário e fonte de prazer na vida...” fala-se em “necessidade básica”, “em
potencialidade erótica do corpo”, “em impulsos de desejos vividos no corpo.”
(pag. 580)
Assim, favorece uma melhor
compreensão do que o ato sexual transmite em sua função, tornando significativo
apenas entre jovens e adultos.
Todavia, a sexualidade, ou
seja, o jeito de usar e valorizar o corpo sempre teve seu status, de um lado
implica dizer a maturidade do corpo por meio de determinantes sociais, ou seja,
de ordem econômica, política e cultural; por outro lado a questão é histórica,
embora manifestada de forma variada. O importante é que a sexualidade sempre
foi e continua sendo um papel importante na vida do ser humano.
Internalizar uma visão sábia
do tema em estudo, e propiciar visões objetivas de um determinado assunto, é o
que almeja os PCNs.
Atitude, autocuidado,
preparação, autodisciplina é o que destaca os PCNs da orientação sexual da
escola, garantindo uma mentalidade
preventiva e designando a praticar sempre de forma correta, prazerosa e segura
suas atitudes frente aos desejos sexuais. Logo,
implica dizer e implementar práticas diferenciadas no contexto escolar,
subsiando o indivíduo a ter valores e maneiras de enxergar e viver sua própria sexualidade,
tornando-o, seus desejos, prazeres, sentimentos e sonhos promissor e
gratificante.
Segue a aula com a exposição do vídeo "Viagem fantástica de Dráuzio Varela, complementando assim o que foi discutido em sala de aula.
1°
2°
FOI UMA VIAGEM EMOCIONANTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
APROVEITE VOCÊ TAMBÉM, E VEJA QUE O AMOR ESTÁ PRESENTE EM TODOS OS LUGARES...
Segue a aula com a exposição do vídeo "Viagem fantástica de Dráuzio Varela, complementando assim o que foi discutido em sala de aula.
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FOI UMA VIAGEM EMOCIONANTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
APROVEITE VOCÊ TAMBÉM, E VEJA QUE O AMOR ESTÁ PRESENTE EM TODOS OS LUGARES...
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