Neste dia , foram expostas as análises dos respectivos textos: Orientação sexual nos Parâmetros Curriculares Nacionais eViolência sexual: Caracterização e análise de casos revelados na escola. Seguido das representações das gravuras, poesia, música, reportagem, que tratassem da sexualidade.
Foi uma aula muito proveitosa, com relação ao conhecimento.
Segue a ficha avaliativa do Componente Curricular Educação e Sexualidade.
PSICOLOGIA DO
DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM – PDA
AUTO AVALIAÇÃO/
SEMESTRE: 2013.2
NOME/ TURMA/ TURNO:
Josielma Gomes da Costa Marques- 2010.1/ manhã
01
Questionamento
SIM
NÃO
Às vezes
02
Consegui ser pontual, dentro do
possível?
x
03
Fui assíduo?
x
04
Estive atento na hora da aula?
x
05
Entreguei trabalho em dia marcado
x
06
Colaborei com minha turma e colegas?
x
07
Dei minha opinião respeitando a dos
outros?
x
08
Estudei os textos sugeridos?
x
09
Li sobre o assunto indo além do que foi
sugerido?
x
10
Fui capaz de desenvolver meu trabalho
com autonomia?
x
11
Tomei a iniciativa de apresentar novas
ideias propostas?
x
12
Adquiri conhecimentos?
x
13
Sou capaz de aplicar o que aprendi na
minha vida prática?
x
14
Escrevo com clareza e correção?
x
15
Consigo solicitar a ajuda da professora
quando necessário?
x
Acho que meu
esforço este bimestre poderá ser traduzido pela seguinte nota: 9.5
O que tenho ainda a dizer...
Todas as aulas ministradas pela professora Ana Raquel, servirá de suporte quando estiver em sala de aula. Aprendi que o que vemos temos que colocar em prática, auxiliando na aprendizagem e na formação daqueles envolvidos no processo de ensino e aprendizagem. A você Ana Raquel, meus sinceros agradecimentos. Você que é uma professora comprometida com seu exercício de ensinar. Que mim proporcionou uma nova postura frente a questões ligadas a sexualidade, com relação a forma de pensar.
Essa imagem escolhida por mim, foi fotografada pela minha pessoa em uma viagem a Recife, atendendo aos anseios da disciplina- história da educação, e estar exposta no Castelo de Brenand. Diante disso, chamou-me atenção
como a sexualidade sempre foi tratada e exposta por representações fortes em
esculturas de grandes artistas, durante séculos passados. Sua forma de desenhar
a mulher exprime toda delicadeza, no que diz respeito, a sensualidade. O corpo
sempre em amostra, com suas desenvolturas bem estruturadas, qualifica o quanto
a mulher é virtuosa. E por isso motivo, convinha ser alvo de interesse dos
escultores.
O
simbolismo tinha o princípio de demonstrar o que era escondido, a intimidade.
Nesse ponto, a imagem revela que a mulher tem seus atributos, o que faz ser símbolo
da sexualidade e de desejos. A conduta doce, harmoniosa, foi alvo de um olhar
diferenciado e de especulação. Contudo, esses traços aí demonstrados revelam
tamanha perfeição com que foi pensada e feita a mulher. Possuindo seus méritos
e honras esbanjadas em seus aspectos físicos e sexuais.
Violência sexual: Caracterização e
análise de casos revelados na escola
Silvia Regina e Marilena
Ristum
Com
base no texto em estudo, pude perceber que a violência sexual acontece entre
homens e mulheres, frequentemente entre crianças e adolescente, independente
dos seus status (etnia, classes sócias, culturas e religião). Está explícita
nas seguintes categorias:
1ª
Doméstica: pelo simples fato de acontecer no âmbito da vítima, podendo ser
praticada por conhecidos da mesma;
2º
Intra-familiar: quando o ato acontece dentro da família, apresenta-se na relação
de parentesco e/ou vínculo, como por exemplo, mães padrinhos, tios, como também
na relação afetiva, com primos e irmãos, que viva ou não sob o mesmo teto;
3º
Extra familiar: quando a violência acontece fora do âmbito familiar, podendo
ser praticada por conhecidos, vizinhos, pessoas estranhas, entre outros.
Como consta no texto, através dos estudos de caso
apresentado, o maior índice de violência sexual está ligado aos membros da
família e pessoas próximas, o que implica dizer a falta de denúncia na
sociedade brasileira.
A sexualidade ainda é vista pelo lado negativo. A
omissão é presente principalmente quando o ato é realizado por alguém que
apresenta relações com a família da vítima violada. A solução para amenizar,
detectar, intervir e promover fatores que contribuam para a diminuição da
violência é a ESCOLA. Já que a mesma está intrinsecamente envolvida com o
sujeito em seu processo de construção e desenvolvimento intelectual por
determinadas horas.
Para
tentar solucionar o problema o ECA (Estatuto da criança e Adolescente) e a
prática de diversos profissionais da área pudessem ser vista como soluções para
amenizar índices, na prática não acontece pela falta de despreparação.
Abuso
sexual é todo ato ou jogo sexual, que abrange tanto o heterossexual como o
homossexual, já que está ligado a fatores psicossexual mais avançado do que os
das crianças e adolescentes. É realizada por meio de práticas eróticas e
sexuais, sendo através de violência física, indução da sua própria vontade, ou
por meio de ameaças; acarretando em ato que não produz o contato sexual, sem ou
com penetração, ou até mesmo situações que apresente a exploração sexual por
meio da vendagem do corpo com fins lucrativos, como exemplo, a prostituição e a
pornografia. Abuso sexual está inerente ligado ao abuso além do permitido,
afetando as crianças e adolescentes, tanto fisicamente como intelectualmente.
Enfim, o que era tarefa da escola em proteger o impacto da violência,
procurando soluções e estratégias que pudesse colaborar na diminuição de tal
ato, pelo menos para aquelas crianças desprovidas de cuidados da família, e que
merece uma atenção maior no sentido de propor apoio, precauções e etc. De fato
não acontece. Existe uma distância muito grande entre a realidade e o
acontecido. Os direitos não são cumpridos conforme o estabelecido. Um
posicionamento da escola seria o ponto chave para se chegar ao ápice da formação
do indivíduo. Uma vez que, é um espaço de formação que trabalha valores,
culturas, hábitos, entre outros aspectos contribuintes para a formação. A
articulação da família e escola é de fundamental importância para a criança,
tanto no sentido da formação da identidade, como também, com relação à proteção
e a socialização do seu saber. Logo, de acordo com Regina e Ristum:
“a escola deve restabelecer seu papel de agenciadora
do saber e do conhecimento; abandonar a postura opressiva, na qual se confundem
disciplina e autoritarismo; e adotar uma disciplina transformadora, consistente
e responsável” ( Regina e Ristum, apud, David, 1997).
ORIENTAÇÃO SEXUAL
NOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS
HELENA ALTMANN
Com base no texto da autora
mencionada acima, será analisado como a sexualidade é vista e abordada nos
Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Diante disso, o texto traz subsídios
de como deve ser trabalhado a sexualidade no âmbito escolar, ou seja, na sala
de aula e em especial na disciplina de
educação física. Em análise, pude ver que tem objetivo de disseminar
problemas que são resultantes da mal informação e anexar em seu contexto
políticas públicas que sirva como alerta a tratar da sexualidade.
Falar da sexualidade implica
dizer o quanto se faz necessário o conhecimento que emerge em meio ao contexto
sócio, político, econômico e cultural. É de suma relevância abordar a
sexualidade no período escolar. A falta de conhecimento e descompromentimento
por parte dos professores quanto dos pais estabelece elo distanciado,
provocando e implicando nas crianças e adolescentes sérios fatores de risco,
como exemplo, gravidez indesejada, doenças sexualmente transmissíveis, entre
outros aspectos influentes, como a baixa escolaridade, elevando assim o índice
de gravidez na adolescência. Embora que este seja um assunto que requer por
parte dos envolvidos, esclarecimentos de dúvidas. O assunto é ainda visto e
preservado como um tabu na sociedade. Ainda prevalece em grande parte da
sociedade a cultura do silêncio, onde o que era pra ser esclarecido, continua
sendo vergonhoso e omitido na sociedade. Segundo ALTMANN, afirma que “a falta
de instrução, o fato de muitas meninas não estarem na escola e mesmo a falta de
perspectiva de uma vida melhor contribuem para esse aumento”. (ALTMANN, , p.575).
Trabalhar sobre sexualidade
nos Parâmetros Curriculares Nacionais, tendo como foco, o âmbito escolar, foi
uma via de grande importância. Haja vista, que na prática não acontece como
deveria ser. Esse viés é visto e trabalhado de uma forma que deixa a desejar.
Aderir isso no campo pedagógico, teve influência do Estado, em querer inserir
esse assunto interessante na escola por meio dos PCNs, isso se configura uma
conquista e preocupação com a informação aos adolescentes e crianças. Aos poucos,
a sexualidade vai ganhando e penetrando espaço na escola, e o que era proibido
torna-se acessível. Romper com paradigmas é um ponto essencial para elevar o
conhecimento à aquele que necessita de todo apoio, cuidado, e informação na
vida escolar, para evitar que aconteça danos e sentimentos de culpa.
Com a abordagem dessa vez nos
PCNs, vinculado ao interesse do estado, de abordar e adequar a respeito do sexo
em todos os ciclos de escolarização, depende em si, das séries e áreas do
conhecimento para adequação do assunto abordado. Sem esquecer do espaço físico
que deve ser favorecido e adequado a certa abordagem. Isso entra em nosso
contexto educacional, como um meio de combater e prevenir situações de risco
frente as crianças e adolescentes imaturas, uma vez que deparado com algo
extremamente presente na vida humana; porém distanciado de orientação e
conhecimento a respeito do mesmo, refiro-me a “sexualidade”.
A orientação sexual aparece
nos PCNs como tema transversal, coberta por políticas públicas, inserida em
destaque na disciplina de Educação Física, já que denota o corpo e,
constitui-se no investimento político atingindo assim a ideologia do estado,
com fins a alcançar estratégias de saber e poder.
Historicamente, a sexualidade
da criança e do adolescente tornou-se alvo de preocupação desde o século XVIII,
onde se teve as primeiras inciativas de falar sobre o que não era transmitido e
negado sempre. Ainda inserido nesse contexto, ao tratar da educação sexual na
escola, em destaque no Brasil, os ditos desvios sexuais eram vistos como
doenças, , e com uma certa condição, era dever da escola intervir e prevenir
por meio da medicina higiênica a fim de
modificar e se encaixar em comportamentos normais, o que se apresentava
com uma certa postura que elevasse a desconfiança do seu gênero sexual. Perante
isto, é notável que a presença preconceituosa tem suas raízes históricas,
implicando dessa forma no auto reconhecimento e na difícil aceitação da
diversidade sexual existente.
A difusão dos PCNs, com o tema
transversal “orientação sexual”, surge como uma proposta, que segundo ALTMANN
cita em seu texto como “...de fomentador da reflexão sobre currículos
escolares... aberta e flexível, que pode ou não ser utilizada pelas escolas na
elaboração de suas propostas curriculares.” Pag. 579.
Sendo assim, ainda
compartilhando o pensamento com ALTMANN, afirma que “os programas de orientação
sexual devem ser organizados em torno de três eixos norteadores: “Corpo: matriz
da sexualidade”, “Relações de Gênero” e
Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis/ AIDS”( Pag. 580).
Isso implica dizer que é um
tema que deve ser tratado e organizado conforme os envolvidos. Não deve
acontecer de um jeito homogêneo, ou melhor, único; varia conforme a necessidade
que os sujeitos tiverem ao longo do processo, ou diante de uma dada situação.
Atender e acender o que ainda está escuro no sentido do conhecimento das
crianças e adolescentes inseridas nesse contexto é objeto primordial,
estabelecendo e aprimorando da melhor forma o entendimento, ocasionando e
implementado o conhecimento adquirido, com um propósito de combater metas, e
estabelecer de forma consciente o que
descreve os PCNs.
Os PCNs conforme ALTMANN,
conceitua a sexualidade “como um dado da natureza, como algo “inerente,
necessário e fonte de prazer na vida...” fala-se em “necessidade básica”, “em
potencialidade erótica do corpo”, “em impulsos de desejos vividos no corpo.”
(pag. 580)
Assim, favorece uma melhor
compreensão do que o ato sexual transmite em sua função, tornando significativo
apenas entre jovens e adultos.
Todavia, a sexualidade, ou
seja, o jeito de usar e valorizar o corpo sempre teve seu status, de um lado
implica dizer a maturidade do corpo por meio de determinantes sociais, ou seja,
de ordem econômica, política e cultural; por outro lado a questão é histórica,
embora manifestada de forma variada. O importante é que a sexualidade sempre
foi e continua sendo um papel importante na vida do ser humano.
Internalizar uma visão sábia
do tema em estudo, e propiciar visões objetivas de um determinado assunto, é o
que almeja os PCNs.
Atitude, autocuidado,
preparação, autodisciplina é o que destaca os PCNs da orientação sexual da
escola, garantindo uma mentalidade
preventiva e designando a praticar sempre de forma correta, prazerosa e segura
suas atitudes frente aos desejos sexuais. Logo,
implica dizer e implementar práticas diferenciadas no contexto escolar,
subsiando o indivíduo a ter valores e maneiras de enxergar e viver sua própria sexualidade,
tornando-o, seus desejos, prazeres, sentimentos e sonhos promissor e
gratificante. Segue a aula com a exposição do vídeo "Viagem fantástica de Dráuzio Varela, complementando assim o que foi discutido em sala de aula.
1°
2°
FOI UMA VIAGEM EMOCIONANTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
APROVEITE VOCÊ TAMBÉM, E VEJA QUE O AMOR ESTÁ PRESENTE EM TODOS OS LUGARES...